
A cada eleição, eles reaparecem no cenário político para manifestar apoio a Lula e ao PT, como se a política brasileira não pudesse passar sem a velha turma da música.
Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque e Geraldo Azevedo voltam a ocupar espaço no debate eleitoral, emprestando seus nomes e sua popularidade às campanhas da esquerda.
Nada contra artistas defenderem suas posições políticas — isso faz parte da democracia. O que chama atenção é a repetição: eleição após eleição, os mesmos nomes entram em campo, como se fossem uma espécie de trilha sonora permanente do lulismo.
Para quem esperava novidades, fica a impressão de que a política brasileira também tem seu próprio museu de figuras recorrentes.