
O endividamento das famílias brasileiras atingiu o patamar recorde de 82% no mês de julho, segundo dados da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
Apesar do corte na taxa Selic para 14% na última quarta-feira (5), o Brasil ainda possui o segundo maior juro real do planeta.
O patamar restritivo do custo de crédito e o acúmulo de dívidas pressionam o bolso da população e executivos de companhias do país já começam a dimensionar os efeitos das condições macroeconômicas em seus negócios.