
Em ano eleitoral, a desigualdade financeira volta a se impor como um dos principais fatores de desequilíbrio na disputa política.
Apesar da evolução das regras de financiamento, dos limites de gastos e do controle sobre doações, candidaturas e partidos seguem competindo em condições muito distintas.
Diante desse cenário, até que ponto o sistema eleitoral consegue cumprir seu objetivo de garantir paridade de armas?
As regras atuais são suficientes para reduzir a vantagem de quem já concentra mais recursos?"