
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) vem sendo alvo das Cortes superiores há bastante tempo e se intensificou após a deflagração da Operação Faroeste, que investigava venda de sentenças em processos de grilagem de terras na região Oeste da Bahia.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou uma ampla reforma administrativa, desta forma a presidente do TJ-BA, Cynthia Maria Pina Resende, autorizou a criação de uma Comissão Extraordinária de Transição Administrativa. Além disso, diversos servidores foram exonerados de cargos estratégicos da Corte Judiciária.