
O catamarã Pegasus I deixa o cais no centro da cidade de Caravelas (BA), ao nascer do sol. O destino é o arquipélago dos Abrolhos, um dos principais redutos de biodiversidade marinha do Brasil.
A viagem tem duração prevista de cinco horas, mas acaba se alongando para muito mais tempo, porque os passageiros não estão simplesmente navegando, e sim, "baleiando": seguindo o rastro das baleias jubarte, que todos os anos saem da Antártica e viajam até Abrolhos para acasalar e parir.
Cerca de duas horas após a partida, a comitiva se ajeita nos melhores pontos de observação do catamarã e apruma o olhar. O borrifo é o primeiro sinal da presença de uma baleia, e passa a determinar a direção do barco.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, não se trata de um jato de água expelido pelo animal, mas da condensação do vapor da sua respiração quente, que se transforma em água ao encontrar o ar frio da superfície.
Quando um borrifo aparece no horizonte, o primeiro observador alerta o restante do grupo e todos os olhos se voltam para a direção indicada, à espera de um dorso, ou quem sabe de um salto.
O catamarã Pegasus I deixa o cais no centro da cidade de Caravelas (BA), ao nascer do sol. O destino é o arquipélago dos Abrolhos, um dos principais redutos de biodiversidade marinha do Brasil.
A viagem tem duração prevista de cinco horas, mas acaba se alongando para muito mais tempo, porque os passageiros não estão simplesmente navegando, e sim, "baleiando": seguindo o rastro das baleias jubarte, que todos os anos saem da Antártica e viajam até Abrolhos para acasalar e parir.
Cerca de duas horas após a partida, a comitiva se ajeita nos melhores pontos de observação do catamarã e apruma o olhar. O borrifo é o primeiro sinal da presença de uma baleia, e passa a determinar a direção do barco.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, não se trata de um jato de água expelido pelo animal, mas da condensação do vapor da sua respiração quente, que se transforma em água ao encontrar o ar frio da superfície.
Quando um borrifo aparece no horizonte, o primeiro observador alerta o restante do grupo e todos os olhos se voltam para a direção indicada, à espera de um dorso, ou quem sabe de um salto.